Voltar o tempo
é fechar os olhos
e deixar a melodia
marcar o compasso
do passo que demora.
É pedir licença à saudade
— e ela sempre concede.
Ah… que coisa boa.
Hoje, tudo cabe nesse bolero,
nesse compasso manso
de 1… 2… 3…
à meia-luz, à sós, à toa.
Berenice Seixas

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