sexta-feira, 31 de julho de 2020
Infância
quarta-feira, 29 de julho de 2020
História da Cidade de São Fidélis - Livro "Palazzolo"
terça-feira, 28 de julho de 2020
Saudades ...
"Num dia de tristeza me faltou o velho
E falta lhe confesso que ainda hoje faz
E me abracei na bola e pensei ser um dia
Um craque da pelota ao me tornar rapaz
Um dia chutei mal e machuquei o dedo
E sem ter mais o velho pra tirar o medo
Foi mais uma vontade que ficou pra trás."
(reflexão Sebastião Neto)
Vida que segue, que continua ... com seus cuidados e os cuidados de Deus.
segunda-feira, 27 de julho de 2020
Festival Poesia 2001
domingo, 26 de julho de 2020
Casa de vó
quinta-feira, 23 de julho de 2020
Vai entender!
quarta-feira, 22 de julho de 2020
Sebastião de Almeida e Silva "Só-Só" Decreto 178
(...) considerando que "naquela mesa tá faltando ele e a saudade dele tá doendo em mim"; que "as rosas não falam, simplesmente as rosas exalam o perfume que roubam de ti"; que "a estrela D'Alva no céu desponta e a lua anda tonta com tanto esplendor"; que "Amélia não tinha a menor vaidade, Amélia que era a mulher de verdade"; que "a lua, furando nosso zinco, salpicava de estrelas nosso chão"; que "a normalista linda, não pode casar ainda, só depois que se formar"; que "o amor é uma agonia, vem de noite vai de dia", DECRETA:
(fonte: facebook Pedro Emílio Jr)
terça-feira, 21 de julho de 2020
Euzinha
sábado, 18 de julho de 2020
18 de Julho
sexta-feira, 17 de julho de 2020
Dr. Ruy Fernandes Seixas
Compôs aos 16 anos de idade, na Chácara do Vidigal (Gávea), Colégio Anglo- Brasileiro, no Rio de Janeiro, uma opereta em 2 atos "Amor de Sertanejo". Foi levada em cena em "première", em janeiro de 1923, no Grupo Escolar Barão de Macaúbas", em São Fidélis, e em 14 de fevereiro de 1931, foi levada à cena em “reprise”, no teatro São José, também em São Fidélis, com uma assistência de 181 pessoas.
Em 1930, escreveu um livro "Nosso Progresso", onde conta toda a história de São Fidélis, desde sua fundação, com uma projeção para o futuro e o desenvolvimento local.
Era um homem de grande cultura, amante inconfundível dos bons livros, deixando vasta biblioteca, e também grande apreciador da música clássica. Deixou uma discoteca, com mais de quatrocentos discos, das obras mais famosas, dos grandes compositores da música clássica.
Grande apreciador de óperas, não perdendo oportunidade de assisti-las, no Teatro Municipal de Rio de Janeiro.
Gostava muito de pintar, tendo seus quadros sempre como inspiração, paisagens de São Fidélis, entre os mais belos a Igreja de São Fidélis e a beira rio, com seu antigo cais e os belos pés "Flamboyant".
Tinha como hoby, exercitar o cérebro, resolvendo cálculos matemáticos diariamente, pois acreditava que assim, manteria seu cérebro em plena capacidade.
Faleceu em Campos, em 9 de março de 1994, seu corpo encontra-se sepultado em São Fidélis, no Cemitério, no jazigo pertencente à Família Sexas.
domingo, 12 de julho de 2020
sábado, 11 de julho de 2020
Formatura - Professora
21 de dezembro de 1976
Era 21 de dezembro de 1976, dia da minha formatura no Curso de Formação de Professores, no Colégio Estadual de São Fidélis.
Na foto, recebo das mãos do meu querido tio, Ruy Seixas, o meu canudo de papel. Foi um momento muito especial, que guardo com carinho na memória.
Lembro-me perfeitamente do vestido que idealizei para aquela noite: um longo azul-marinho, de alças finas, com uma pala de cetim, toda bordada à mão no mesmo tom do vestido. Da pala desciam delicadas fitas de cetim coloridas, dando um toque de leveza e encanto. Como achei as alças muito finas para a solenidade, resolvi cobri-las com um xale de cetim branco, adornado com franjas. O vestido ficou exatamente como eu havia sonhado: muito lindo!
Tenho apenas esta fotografia da formatura. Que pena! Talvez as condições daquela época não justificassem registrar tantos momentos como fazemos hoje.
Dos colegas e professores, ficaram as boas lembranças e a saudade.
Naquele tempo, eu ainda não compreendia o verdadeiro valor daquele diploma como compreendo hoje. Percebo, agora, que em minhas mãos era colocada uma das mais honradas e sublimes missões: ser professora.
Por tudo isso, minha eterna gratidão a Deus.
sexta-feira, 10 de julho de 2020
Minha primeira foto
quinta-feira, 9 de julho de 2020
Morte Sertaneja
quarta-feira, 8 de julho de 2020
Vô Joaquim
terça-feira, 7 de julho de 2020
O que me pode dar esperança?
Então, disse eu (Jeremias): já pereceu a minha força, como também a minha esperança no Senhor. Lembra-te da minha aflição e do meu pranto, do abismo e do veneno. Minha alma, continuamente, os recorda e se abate dentro de mim. Quero trazer à memória o que me pode dar esperança. As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade. A minha porção é o Senhor, diz a minha alma; portanto, esperarei nele. Bom é o Senhor para os que esperam por ele, para a alma que o busca. Bom é guardar a salvação do Senhor, e isso, em silêncio. Bom é para o homém suportar o jugo na sua mocidade. Assente-se solitário e fique em silêncio; porquanto esse jugo Deus pôs sobre ele; Ponha a sua boca no pó; talvez ainda haja esperança. Dê a face ao que o fere; farte-se de afronta. O Senhor não rejeitará para sempre; Pois, ainda que entristeça a alguém, usará de compaixão segundo a grandeza das suas misericórdias; Porque não aflige, nem entristece de bom grado os filhos dos homens. (Lamentações 3:18-33)
A melhor porção de tudo é Deus, "Ele é a dose mais forte dentro de mim", Ele nos basta. O Senhor é bom. Vamos guardar a salvação, é dom de Deus, é graça. E aguentar firme os maus tempos, sem ansiedade e sem medo. Mesmo que solitário, em silêncio, em distanciamento, oremos; sempre há esperança! Reconhecer que somos pecadores e nos voltar para Deus é o que há de melhor. Deus sempre usará de compaixão para conosco, segundo a grandeza de suas misericórdias. Amém.
segunda-feira, 6 de julho de 2020
Parabéns, Bisneto!
domingo, 5 de julho de 2020
Use Máscaras!
Tenho a impressão de que se num daqueles corredores houvesse alguém usando pijama e pantufas, ninguém acharia estranho desde que estivesse de máscara.
A máscara nos trouxe o verdadeiro sentido de igualdade que se apresenta no momento de vulnerabilidade. Todos podemos adoecer e morrer do mesmo jeito, e ainda que alguns achem que por serem mais jovens, fortes, atléticos, estão protegidos, não são capazes de se arriscar e descobrir que estavam equivocados. Pela primeira vez, os que ousam infringir a nova lei da normalidade não são considerado ousados ou revolucionários, mas sim desprovidos de inteligência.
Por muito tempo se ouvirá dizer que um vírus surgiu na Terra e tirou tudo do lugar. Mas eu gosto de pensar que um dia na Terra um simples pedaço de pano colocou o mundo inteiro no mesmo lugar.
(autor desconhecido - fonte whatsapp)




















































