Depois de uma festinha aqui em casa, algumas cadeiras de plástico ficaram espalhadas pelo quintal. Elas me chamaram a atenção. Imediatamente me veio à memória aquela imagem que, ultimamente, tem passado tantas vezes pela minha telinha de mão: a capa do álbum de Bad Bunny — cantor porto-riquenho que disse ao mundo, no intervalo do Super Bowl, que “América não é um país, é um continente”.
Aqui no meu quintal, cadeiras também são continente.
Há abrigo, há histórias, há diferenças que se sustentam.
Elas guardam risadas, conversas atravessadas de memórias, encontros simples, copos esquecidos sobre a mesa, gente que chega, fica, partilha e vai.
Olhei para elas e senti um leve aperto bom no peito.
Uma nostalgia mansa de um mês tão pequeno — e tão grande na intensidade.
Resolvi fotografar. Sou guardiã dos instantes, escolho fotograr o que o coração viu.
Não é só sobre cadeiras.
É sobre registrar o que passa.
É reconhecer que o extraordinário mora no comum.
Que todo quintal, talvez seja um continente.
Que toda cadeira vazia carregue um mundo sentado nela.
br_seixas - terça de carnaval -
Aqui no meu quintal, cadeiras também são continente.
Há abrigo, há histórias, há diferenças que se sustentam.
Elas guardam risadas, conversas atravessadas de memórias, encontros simples, copos esquecidos sobre a mesa, gente que chega, fica, partilha e vai.
Olhei para elas e senti um leve aperto bom no peito.
Uma nostalgia mansa de um mês tão pequeno — e tão grande na intensidade.
Resolvi fotografar. Sou guardiã dos instantes, escolho fotograr o que o coração viu.
Não é só sobre cadeiras.
É sobre registrar o que passa.
É reconhecer que o extraordinário mora no comum.
Que todo quintal, talvez seja um continente.
Que toda cadeira vazia carregue um mundo sentado nela.
br_seixas - terça de carnaval -

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