domingo, 29 de março de 2026

Entrada de Jesus em Jerusalém

 

Jesus chega manso, em paz
Não em tronos de ouro
Ensina que a grandeza
mora na humildade
Ele chega 
trazendo Salvação.

sábado, 28 de março de 2026

Grãos de imaginação


 Na sua casa de lona
tem diversão todo dia.
Tem palhaço e trapezista
Viva o circo - que alegria!


***



 Brincadeira na areia
São grãos de imaginação
A criança fica contente
Sem nenhuma explicação.

***


O arco-íris abriu um sorriso
Entre as pontas das montanhas
Sol e chuva em doce encontro
É a natureza em suas façanhas.

***


Toda vez que vc chega
Traz alegria ao coração 
Tem sorvete e pracinha
Brincadeiras de montão.

Tem familia e priminhos
Tem o papai bem pertinho.


Vovó ama!

sexta-feira, 27 de março de 2026

A parede de musgo

 

A inspiração é algo que não se pode conter, ela chega a qualquer hora. Hoje, em meio a tijolos, cimento, pedreiros e a obra no quintal, ela logo deu as caras.

Foi só olhar o lodo - o musgo -  e, de repente, fui remetida à infância.

Com o celular em mãos, tirei esta foto. E então, um dom criativo, muito claro, floresceu. A escrita nasceu da imagem, do concreto, do que eu vi e senti. A foto não foi apenas um registro; foi como um gatilho de memória - uma ponte para a imaginação. Acho fascinante esse dom de transformar imagens em palavras, o simples em poesia, de forma tão natural.a
Que bom encontrar ideias no mundo real, no cotidiano, sem precisar inventá-las.

Agora leiam a história:

A Parede de Musgo

No quintal da vovó, havia um telheiro comprido, guardado pela sombra e pela umidade do tempo. As paredes vestiam um verde intenso, quase “aveludado” - era musgo.
E a menina, sua neta, encontrava ali um universo inteiro. Chamava aquilo de lôdo, como quem dá nome ao próprio encantamento. Deslizava o dedo indicador pela parede e, ao toque, soltava-se a camada macia e úmida -  como se a natureza lhe confidenciasse segredos.
Era frio, quase vivo.
Diferente de suas bonecas imóveis, estáticas; aquela parede respondia ao seu toque, como se respirasse junto com ela.
O cheiro era de terra úmida, de frescor antigo, preenchendo suavemente suas narinas.
Ao redor, gatos bonitos e bem cuidados circulavam como companhia silenciosa, e, ao fundo, uma cantoria, a voz doce e singela de uma senhorinha, que bordava o ar com delicadeza.
Tudo ali era sonho. Tudo era invenção.
Na ausência de brinquedos, a menina criava mundos.
Desenhava histórias invisíveis com a ponta do dedo, transformando o simples em mágico.
Hoje, talvez ninguém pense em brincar com musgo.
Mas havia algo naquela parede fria, úmida, aveludada - um convite silencioso à imaginação.
Porque só a infância sabe que o extraordinário mora nas coisas simples, e que um modesto musgo na parede criou mundos que só ela conseguia ver, basta sentir.
25/03/2026

quinta-feira, 26 de março de 2026

Aniversários na Célula


Que noite alegre!
Vivemos um momento precioso de celebração e comunhão na nossa célula. Comemoramos a vida da Sandra (jan), Wanda (fev) e Selme (mar), e também de uma visitante querida que esteve conosco nesse dia especial. Louvamos e agradecemos a Deus por cada vida, com orações, cânticos e muita gratidão.
E, claro… finalizamos com um lanchinho gostoso e muitos abraços! 

"Todavia, eu me alegro no Senhor, exulto no Deus da minha salvação."(Habacuque 3:17-18)

segunda-feira, 16 de março de 2026

Livro "Devaneios de um artista"

12 março
Parabéns, Ana Rita, pelo lançamento do seu livro "Devaneios de um artista"! Que a sua arte continue florescendo e fazendo você  alcançar  grandes voos de sensibilidade e beleza.



sábado, 14 de março de 2026

segunda-feira, 2 de março de 2026

Parabéns, Tita!


Felicidades nesta data em que você completa mais um ano de vida!. QueDeus abençoe sua vida, sua família e seu trabalho. Continue sendo essa pessoa responsável em tudo que faz. Na esqueça do meu cafezinho hein? Parabéns!!

domingo, 1 de março de 2026

Parabéns, Martinha

 
Querida irmã Martinha,

Hoje celebramos mais um ano da sua existência — e que presente é ter você em nossas vidas! Agradecemos a Deus por tudo de maravilhoso que Ele tem realizado na sua história.
Você é uma mulher de fé,  afetuosa, corajosa, generosa, e  merecedora de muitas bênçãos. 
Saí da nossa terra natal só para, juntos em família, cantar os "parabéns pra hocê" e te dar um abraço apertado e dizer o quanto você é preciosa para nós — como irmã, mãe, avó, sogra e amiga. Sua presença é abrigo, é conselho, é amor que sustenta.
Desejo a você longos anos de vida, com saúde, alegria e paz.
Continue fazendo suas pinturas, seus bolos deliciosos, cuidando bem da sua saúde e lançando  fora as preocupações — pois Deus é Deus de perto e de longe, e os olhos d’Ele estão em todos os lugares.
Feliz aniversário!
Até o próximo, se Deus quiser! 

"O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti; o Senhor sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz". Amém. Números 6:24-26









...um convite de Carolina e Joao para Simone e Elídio

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Um outro pincel


Um outro pincel

Estou amando brincar com as imagens.
A tal da tecnologia é uma graça.
É a extensão da minha imaginação
ganhando novas roupas,
experimentando novos olhares
ganhando outras formas.
Essa máquina curiosa pinta,
organiza pixels,
mistura luz…
Mas quem escolhe as cores,
organiza as emoções,
mistura memórias e saudades
sou eu.
Acho que encontrei
algo muito bonito:
imagens pintadas
com um outro pincel
que faz arte.



quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Quarta de Cinzas

 

Quarta de Cinzas 

É hora de guardar as plumas os confetes e as serpentinas.
O brilho volta pra caixa.
Agora começa o tempo de varre-se por dentro.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Terça de Carnaval

 

Depois de uma festinha aqui em casa, algumas cadeiras de plástico ficaram espalhadas pelo quintal. Elas me chamaram a atenção. Imediatamente me veio à memória aquela imagem que, ultimamente, tem passado tantas vezes pela minha telinha de mão: a capa do álbum de Bad Bunny — cantor porto-riquenho que disse ao mundo, no intervalo do Super Bowl, que “América não é um país, é um continente”.

Aqui no meu quintal, cadeiras também são continente.
Há abrigo, há histórias, há diferenças que se sustentam.
Elas guardam risadas, conversas atravessadas de memórias, encontros simples, copos esquecidos sobre a mesa, gente que chega, fica, partilha e vai.

Olhei para elas e senti um leve aperto bom no peito.
Uma nostalgia mansa de um mês tão pequeno — e tão grande na intensidade.

Resolvi fotografar. Sou guardiã dos instantes, escolho fotograr o que o coração viu.

Não é só sobre cadeiras.
É sobre registrar o que passa.
É reconhecer que o extraordinário mora no comum.
Que todo quintal, talvez seja um continente.
Que toda cadeira vazia carregue um mundo sentado nela.

br_seixas - terça de carnaval -

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Segunda de Carnaval


Segunda de Carnaval
floresce paz e silêncios
na "esxtremosa" renovação 
que cabe na palma da mão.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Apresentação de Jesus no Templo

 

Quarenta dias depois do nascimento, a promessa entra no Templo nos braços dos pais. Nada de ouro, apenas o gesto simples de quem confia. Simeão reconhece a Luz antes que ela fale, e Ana confirma com louvor aquilo que o tempo ensinou a esperar. Deus se deixa segurar, pequeno, silencioso, enquanto a alegria já traz consigo o anúncio da dor. No meio da Lei, nasce o encontro. No meio da espera, a salvação aprende a ser vista.

Quarenta dias depois do nascimento
o Menino volta ao silêncio.
Não ao estábulo,
mas ao templo.
Nos braços de Maria,
o Verbo ainda não fala,
mas já se oferece.
José caminha ao lado,
com passos de quem guarda mistério.
Duas rolinhas,
pouco ouro,
nenhuma glória aparente.
Deus entra na casa dos homens
pela porta da simplicidade.
Simeão espera.
Esperar é seu ofício.
E quando o Menino chega,
o tempo se cumpre em seus olhos.
Ele segura o futuro
como quem segura a paz.
Ana reconhece.
A fé envelhecida não erra.
Seu louvor é chama antiga
que acende o dia novo.
Ali, no templo,
a Luz não brilha —
é reconhecida.
A espada é anunciada,
o amor também.
Depois, o Menino cresce.
Cresce em silêncio,
em graça,
em sabedoria.
Deus aprende a ser homem
no ritmo do humano.
E o templo guarda o segredo:
quem se oferece por inteiro
já começou a salvar.

bereniceseixas

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Nunca é tarde ...



Nunca é tarde pra nada.
Nem pra começar.
Nem pra desistir.
Enquanto há fôlego, há caminho.
Só não mude a rota.
Há sonhos pra realizar.
Há urgências pra desbloquear —
elas sempre pedem passagem.
Mesmo quando o tempo aperta,
amarra, atrasa,
você segue.
Você faz.
Você consegue.

br_seixas
🤍

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Pés na grama


 Pés na grama

Sempre gostei de pisar descalça na terra de chão vivido — na lama, na pedra, na grama.
Minha infância foi regada a banhos de chuva nas bicas e poças d’água das calçadas da vizinhança, a mãos sujas de terra no quintal da vovó a colher frutas, a corridas livres na grama dos parques da cidade.
A areia da praia passou longe da minha criança.
Pisar na grama sempre foi uma energia saudável. O corpo entende antes da mente: o cérebro parece entrar em modo de equilíbrio emocional. Vem a calma, o medo diminui, o estresse desaparece. O coração agradece. É bem-estar. É prazer. Há uma troca silenciosa que acontece ali. Dá até pra poetizar:
a serotonina acalma a alma,
a dopamina move o corpo.
O contato com a natureza é remédio antigo — cuida do físico e do mental.
Voltarei mais vezes a essas práticas simples e naturais, porque às vezes precisamos de menos pensamentos e mais chão.



segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Pés na pedra

A pedra sustenta o passo.
O passo carrega certeza e força no caminhar.
O corpo confia, vence obstáculos.
Não se está só — é bom lembrar.



sábado, 24 de janeiro de 2026

Pés na lama


Choveu a semana toda na roça. Daquelas chuvas que não pedem licença, não fazem barulho e já vão molhando o chão por dentro. A terra virou lama viva, fria, dessas que chamam os pés para passear. Fui. Caminhei onde o mato cresce com pressa. Resolvi tirar a sandália. Tirei. Andar descalça ali não é descuido, é prazer.

A lama se espreme entre os dedos e parece ajeitar o corpo por dentro. É uma terapia silenciosa. Uma energia que começa no chão, sobe pelas pernas, atravessa a coluna e chega à cabeça alinhando tudo, como quem põe a casa em ordem. O sistema nervoso descansa quando o corpo lembra de onde veio. É terapia, é relaxamento.

É bom seguir trilhas que não foram feitas por gente. As de animal são certeiras, respeitam tudo: passam rente à cerca, desviam os obstáculos. Instinto puro. Caminho por elas encantada com o trajeto, confiando mais no chão do que em mim. Vou assim, em meio ao mato molhado, me deliciando com a lama.

Com os pés descalços, vou colher frutas da estação. A sandália fica para trás, atolada na lama, entregue ao acaso. Mas não perco o genipapo. Nem o jamelão. Algumas perdas são pequenas e necessárias quando o ganho vem com cheiro de terra.

Volto com os pés sujos, o corpo leve e a alma lavada. A chuva, os pés na lama, foi serviço completo: alinhou o corpo e a mente. Foi de adormecer.

br_seixas9


Pés no chão não é só estar descalça é estar inteira.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Entrelinhas

Entrelinhas

 O bom do inteligente,
é que ele, não é burro:
entende as linhas e as entrelinhas
o osso e o tutano
o cheio e o vazio
Em silêncio
faz-se de bobo.

br_seixas

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Os presentes e o Dia Reis Magos

(pé de mirra - Sítio Retiro )

O Dia de Reis celebra a visita dos Reis Magos ao Menino Jesus, em Belém. Segundo a tradição cristã, eles vieram do Oriente, guiados por uma estrela, e ofereceram ouro, incenso e mirra.

Entre os quatro evangelhos canônicos, apenas o Evangelho de Mateus menciona essa visita. Marcos, Lucas e João não fazem referência ao episódio. É importante destacar que Mateus não informa quantos eram os magos, nem cita seus nomes.
A ideia de que eram três — Belchior, Baltazar e Gaspar — surgiu posteriormente, provavelmente na Idade Média, como uma construção da tradição cristã. Portanto, os nomes e o número dos Reis Magos não constam nos Evangelhos.

A tradição cristã afirma que os Reis Magos do Oriente presentearam o Menino Jesus com ouro, incenso e mirra, dons carregados de profundo significado simbólico.
O ouro, metal nobre e precioso, está associado à realeza e proclama Cristo como Rei.
O incenso, amplamente utilizado nos ritos religiosos, simboliza a oração que se eleva aos céus e afirma Cristo como Deus. Em diversas culturas, o incenso também representa a imortalidade.
A mirra, resina aromática extraída de uma árvore, era usada no Oriente Médio em ritos de embalsamamento. Ela remete à mortalidade e aponta para a humanidade de Cristo, que assumiu plenamente a condição humana.
Assim, nos presentes dos Magos, revela-se o mistério de Jesus:
Rei como o ouro
Deus como o incenso
Humano como a mirra

Curiosidade – A história do Bolo de Reis

O bolo feito para celebrar o Dia dos Reis do Oriente tem uma história rica e simbólica. O Bolo de Reis, como o conhecemos hoje, tem origem na França, durante o reinado de Luís XIV. Seu formato clássico é o de uma coroa, decorada com frutas secas e cristalizadas, lembrando a realeza.

Um detalhe curioso dessa tradição é que, no preparo do bolo, escondia-se na massa uma fava, um grão ou até um pequeno objeto de porcelana. Quem encontrasse esse objeto em seu pedaço era considerado uma pessoa de boa sorte e assumia o compromisso de preparar o Bolo de Reis para a festa do ano seguinte. Esse costume remonta ao Império Romano.

O sentido simbólico do Bolo de Reis
Cada elemento do bolo carrega um significado profundo ligado aos presentes oferecidos ao Menino Jesus:
A massa, moldada em forma de coroa, representa o ouro, símbolo da realeza de Cristo.
O aroma do bolo remete ao incenso, que expressa a divindade de Cristo.
As frutas secas ou cristalizadas simbolizam a mirra, sinal da humanidade de Cristo.
(Fonte: resumo pesquisa google)

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

As romãs e o Dia dos Reis Magos

 

As romãs e o Dia dos Santos Reis 

A tarde estava mansa e chuvosa. A chuva, era dessas que tornam tudo ao seu redor mais calmo, mais sonolento. Foi então que um lindo cacho de cajá, maduro no cajazeiro, chamou minha atenção. Não me contive e fui colher. Com as mãos ocupadas de frutas, fui caminhando entre as fruteiras, pisando devagar pois a terra estava úmida e escorregadia, quando logo adiante, esbarrei numa romãzeira carregada de romãs vermelhas, quase alaranjadas, de uma beleza estranha, discreta, bem diferentes das outras frutas, pelo menos aos meus olhos.

Aquela cena simples, entre as árvores e chuva mansa, despertou em mim uma lembrança antiga. Vieram à memória os contos, as histórias que ouvia na juventude, sobre a romã e sua relação com o Dia dos Reis Magos, celebrado em seis de janeiro. Narrativas populares passadas de boca em boca, contadas cheias de mistério, superstições, que o tempo não apagou por completo, apenas guardou em silêncio. Gosto por demais de ouvir histórias, contos, gosto de me encantar com o simples, e encontrar sentido nas pequenas coisas.

Hoje, confesso, precisei de uma ajudinha do Google para recordar o conto mais famoso — afinal, a juventude já ficou bem distante ... muito espaço de tempo vivido.
A romã é uma fruta originária da antiga Pérsia, região do Oriente Médio. Ela simboliza à ideia da abundância, da riqueza material da fertilidade, por conta do grande número de sementes que possui. Na antiga tradição  judaica, se diz que a romã tem seiscentos e treze sementes que corresponderiam aos seiscentos e treze provérbios, mandamentos da Torá. Essa vinculação entre a romã e a abundância é que traz a fruta para celebração do Dia dos Santos Reis que é um dia vinculado ao festejo, à abundância, à comida, aos presentes que os Reis Magos ofereceram ao Menino Jesus. 

Não sou supersticiosa, mas vai o conto mais famoso:
Pegue uma romã no Dia dos Santos Reis Magos e separe nove caroços, coma três  pedindo aos Reis Magos que não falte comida na sua mesa, que não falte dinheiro para você conseguir se manter, saúde, enfim peça.
Pega as outras três sementes e jogue em algum lugar, plante a semente, pode jogar para trás, sem ver onde é que elas caíram.
Guarde as três que sobraram na sua carteira, para que elas lhe acompanhem o ano inteiro. 
A romã tem uma relação em diversas culturas como a ideia de abundância de riqueza, de fertilidade em virtude do grande e espantoso número de sementes que possui. 
E assim colhi as minhas romãs, e provei seu sabor, e logo ouvi um chamado de preocupação:
_ vóóóó meu carrinho de rolimã não está dentro de casa! 
E lá fui eu atender a netinha, abraçada aos cajás e as poucas romãs, levando nos braços frutas e afetos.
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Dia da Epifania do Senhor – Santos Reis

Hoje, Dia dos Santos Reis, a tradição nos recorda que foi em 6 de janeiro que os Reis Magos concluíram sua longa jornada para visitar o Menino Jesus, na manjedoura de Belém, guiados por uma estrela.

Ao chegarem, oferecem ouro, incenso e mirra e, mais do que presentes, reconhecem naquela criança a manifestação da presença de Deus entre nós. Por isso falamos em Epifania, palavra que significa manifestação e presença.

É um dia de celebração e de profundo significado. Com a Epifania, encerra-se o ciclo da Natividade: é tempo de desmontar o presépio, guardar a árvore de Natal. As Folias de Reis também concluem suas jornadas, iniciadas na véspera do Natal.

Celebramos, assim, o que há de mais bonito: a manifestação do divino numa criança deitada numa manjedoura, numa simples estrebaria. O Menino que é o Cristo, revelado à humanidade com humildade, luz e amor.

fonte:google