quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

Virada do Ano Novo!


Termino esse ano com muita, muita gratidão por tudo. Deus abençoou toda família, minha casa, filhos, netos, genro, nora... e rogo para cada um deles a bênção do Senhor. É uma alegria ter filhos de 38, 35 e 32 anos abençoados! Continuamos firmes, e prosseguindo a caminhada neste ano tão difícil quanto o anterior. Vou me distraindo com meus sonhos, minhas vontades, isso, me põe em movimento, me inspira. É um corre-corre. Coloco o coração, a fé, a esperança nas coisas boas que desejo construir e insisto.  

Nada vai mudar em 2021 se a gente não mudar. Precisamos ser o Novo 2021! A virada do ano é só uma contagem. As mudanças precisam acontecer na mente e no coração. Sejamos mais tolerantes! Vamos olhar para o próximo e enxergá-lo como irmão. Cuidado com as presentes mentes loucas que estão pairando nos ares do mundo!

Em 2021 vamos descer da Arca e colocar o pé em terra firme. Que a pomba branca traga no bico um ramo verde de esperança para todos nós, e um novo mundo depois desse dilúvio. Amém! 






Agradeço a presença dos filhos  e  netinhos ao redor da mesa. Obrigada Deus!

Um esperançoso 2021, para todos!

Proponha como meta desde já, e guarde essas palavras em teu coração, que o ano novo que se aproxima, seja o “ano da valorização do tempo”, que cada minuto seja oportunidade transformada, que cada hora seja hora sagrada, com a certeza de que a soma das horas fazem dias, dias que são jóias raras, que não voltam jamais.
Se puderes caminhar, caminhe mais,
se podes enxergar, repare mais na beleza da vida,
se podes abraçar, abrace mais os teus ideais,
se podes cantar, cante mais a alegria,
se podes correr, corra contra a falta de tempo,
que devora sonhos, que destrói desejos, que deixa filhos distantes, mães saudosas, esposas com os olhos perdidos no horizonte da saudade…
Tenha tempo para o simples, para que a simplicidade da vida não te respondas com problemas complexos, para que os seus dias sejam mais de “fazer”, menos de “imaginar”, e mais de “realizar”.
Eleja o tempo como melhor amigo, e tenha tempo para cuidar melhor de você, valorize tudo o que há de bom em você, um novo ano só será um ano novo, se você se valorizar, se respeitar, ter tempo para os amigos e para o amor,  para gozar o tempo que lhe resta sob o sol, em Novidade de Vida, em comunhão com o dia, de braços com o  Criador….

(Paulo Roberto Gaefke)

quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

Os 5+ de 2020 em São Fidélis

A cidadezinha e o mundo inteiro estão enfrentando um ano muito difícil com a pandemia da Covid 19. Os casos continuam muito preocupantes. Só Deus para nos proteger, e nos livrar desse mal. O inimigo é invisível. Tenho que achar alguma coisa boa neste ano de 2020 para registrar, vou dar trabalho aos meus neurônios, será como procurar agulha no palheiro. Então, vamos a listinha ... Nada sério hein!

1- Conclusão da pintura e iluminação da Ponte Metálica da Cidade Poema.

2- Grupo facebook - "Relembrando o Passado de São Fidélis"

3- Hotel São José recebeu Selo Turismo Consciente do Governo do RJ.

4-"O Mortiço", livro do escritor fidelense Antônio Júnior Persi.

5- As"Lives". E a Campanha política do candidato Dr. Sebastião 50.

até que não foi difícil de achar ...

segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Saudades ...

 

A Perda do Pai

(Artur da Távola)

A perda do pai: quem sabe vivenciá-la? Como aceitar mortal e falível aquela pessoa grande, capaz de conseguir o universo, logo ele, o provedor, abridor de caminhos pelos quais começamos a passar medrosos?

A perda do pai é a retirada da rede protetora no momento do salto. E há que saltar. É o roubo feito no exato momento em que estávamos a descobrir o melhor do mundo.

A perda do pai é a entrada no lugar-comum, é começar a ser igual a todos os que sofrem, a ter os mesmos medos, as mesmas frases. É voltar a se emocionar com o que se desprezava: datas, pequenas lembranças, objetos, palavras e até com as manias dele que nos irritavam.

A perda do pai é o começo do balanço da própria vida, porque, enquanto vivia, era mais fácil nele descarregar alguns fracassos e culpas.

A perda do pai é o início da significação. As palavras começam a fazer um estranho e novo sentido.

A perda do pai começa a nos ensinar o valor do tempo: o que não fizemos, a visita deixada para depois, o gosto adiado, a advertência desdenhada, o convite abandonado sem resposta, o interesse desinteressado...tudo isso volta, massacrante, cobrando-nos o egoísmo. Nosso primeiro exame de consciência verdadeiro começa quando o pai morre. Nosso encontro com a morte inaugura-se com a dele. Nossa primeira noite sem proteção consciente, dá-se quando ele já não está. E nunca somos mais sós que na primeira noite em que já não o temos. O pai é o mistério enquanto vida e a revelação depois de morto. Num segundo, entendemos tudo o que, durante a vida, nele nos parecia uma gruta de mistérios. Seus objetos ganham vida, suas comidas preferidas passam a ter mais gosto, suas frases adquirem o sentido que só o tempo e a repetição outorgam às coisas. 

A perda do pai dói muito! Isso é tudo. Para que querer saber por quê? O pai é o eu no outro. É dois em um, santíssima dualidade a proclamar o mistério e a glória de existir, dívida que com ele temos, sem nunca conseguir pagar, o que o faz por isso mesmo, sempre, muito melhor do que nós ...

domingo, 27 de dezembro de 2020

sábado, 26 de dezembro de 2020

Natal!!

25/12
Nosso almoço de Natal. É ao redor da mesa que compartilhamos nossas alegrias, sonhos, experiências e frustações. Mesa é lugar de comunhão. Amo vocês! 



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no sítio 

26/12
"Seja forte e corajoso, não temas e não desanimes. Eu sou teu Deus, te escondo em mim."





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